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Município de Oliveira de Azeméis
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» ARU DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS
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A delimitação desta ARU, que constitui já uma alteração a uma anteriormente aprovada em Assembleia Municipal a 27 de Fevereiro de 2014 (e que foi publicada por Extracto nº 955/2014 em DR nº 76, de 17 de Abril), veio incluir nesta área duas novas centralidades que não foram consideradas nessa 1ª abordagem: a zona escolar e desportiva a norte do aglomerado, e a zona do cemitério a sul do mesmo. A intenção que presidiu a esta delimitação, foi a de promover uma correcta articulação entre o núcleo primitivo da cidade e as novas centralidades que foram surgindo com o crescimento e evolução do centro urbano. Os objectivos estabelecidos para esta intervenção baseiam-se no princípio da inversão da tendência de expansão do edificado pelo território, minimizando assim os custos decorrentes dessa ocupação, apostando antes em políticas de promoção da requalificação urbana e modernização das infraestruturas existentes, e na reabilitação do seu edificado, dentro do espaço urbano consolidade e contido nesta ARU.
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Enquadramento Legal
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Situação do Processo
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ARU e ORU SISTEMÁTICA APROVADA
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Consulta do Processo
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www.cm-oaz.pt |
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Operação de Reabilitação Urbana
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Entidade Gestora
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Câmara Municipal
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Processo de Constituição
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Instrumento próprio
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Âmbito Temporal
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Aprovação da Câmara Municipal
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Comunicação do IHRU
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2015-08-28
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Aprovação da Assembleia Municipal
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Publicação DR II Série
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Ultima atualização: 2016-10-10
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» ARU DO CENTRO VIDREIRO
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Esta ARU, de aproximadamente 25 ha, confronta a norte com as ruas Francisco Abreu e Sousa e do Centro Vidreiro, a nascente passa pelas traseiras do Centro de Saúde e das habitações da rua da Fábrica dos Botões, até à rua Domingos José da Costa, onde inflete para nascente incluindo a devoluta fábrica Fémina, até à rua Sampaio Maia, que a limita também a sul. A poente a delimitação da ARU passa pelos limites do Parque de La-Salette até à rua Dom Manuel Correia Bastos Pina, infletindo para oeste até ao IC2. A delimitação desta ARU teve como ponto de partida a área devoluta da antiga fábrica do Centro Vidreiro do Norte de Portugal. Os edifícios que ainda persistem são o remanescente da fábrica, uma vez que parte da unidade industrial foi demolida e ocupada por edifícios multifamiliares, e da escola primária do Centro Vidreiro, em processo rápido de degradação.
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