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A ARU de Oeiras, com 134,67ha, engloba o Núcleo Histórico de Oeiras, Palácio e Quinta de Recreio dos Marqueses de Pombal (EAN) e o Jardim Municipal, considerando-se 6 zonas distintas: 1. Palácio e Quinta de Recreio dos Marqueses de Pombal, monumento nacional, com grande potencial turístico-cultural (107,32ha); 2. Zona habitacional consolidada composta maioritariamente por moradias uni ou plurifamiliares, com o respetivo logradouro – engloba mercado e Palácio do Egipto (7,80ha); 3. Zona comercial entre a Igreja Matriz e o Palácio Pombal - construções compactas com piso inferior geralmente destinado a comércio e pisos superiores de habitação ou, eventualmente, serviços. Tem diversos edifícios degradados e devolutos (7,75ha); 4. Bolsa de estacionamento da SCMO - zona de descontinuidade no tecido urbano (1,70ha); 5. Zona de Arte e Cultura Conjunto da Quinta da Costa/Junção do Bem (2,30ha); 6. Zona de Lazer e Recreio - Jardim Municipal/Quinta da Arriaga (7,80ha). Esta delimitação visa revitalizar este centro urbano em termos socioculturais, físicos e económicos contrariando a tendência de desertificação e desqualificação.
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Enquadramento Legal
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Situação do Processo
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ARU APROVADA
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Consulta do Processo
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http://www.cm-oeiras.pt |
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Área de Reabilitação Urbana
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Entidade Gestora
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Câmara Municipal
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Processo de Constituição
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Âmbito Temporal
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3 anos
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Aprovação da Câmara Municipal
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Comunicação ao IHRU
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2016-03-18
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Aprovação da Assembleia Municipal
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2015-09-28
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Publicação DR II Série
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Ultima atualização: 2016-06-07
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A ARU de Porto Salvo, com 147ha, engloba os Bairros dos Navegadores, Casal da Choca, Autoconstrução e Laje, e manchas de zonas verdes adjacentes, tendo como eixo verde estruturante a Ribeira da Laje. Esta ARU apresenta pela sua dimensão física, características de projeto e estruturação e génese urbana justifica uma abordagem urbana integrada, às questões de infraestruturas, espaço público e edificado. Sendo um território com grandes vazios urbanos, regista grande carência a nível de espaços verdes públicos, sendo a grande maioria dos terrenos de privados. A dispersão das habitações e abandono de terrenos também traduzem a desarticulação do espaço urbano. As áreas ribeirinhas deverão ser valorizadas, no âmbito de um projeto que considere toda a bacia destas ribeiras.
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Enquadramento Legal
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Situação do Processo
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ARU APROVADA
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Consulta do Processo
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http://www.cm-oeiras.pt |
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Área de Reabilitação Urbana
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Entidade Gestora
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Câmara Municipal
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Processo de Constituição
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Âmbito Temporal
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3 anos
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Aprovação da Câmara Municipal
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Comunicação ao IHRU
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2016-03-18
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Aprovação da Assembleia Municipal
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2015-09-28
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Publicação DR II Série
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Ultima atualização: 2016-06-07
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A ARU de Paço de Arcos, com 63,93ha, integra o Núcleo de Formação Histórica de Paço de Arcos e um conjunto de áreas que se visa requalificar: a Plataforma Superior do Passeio Marítimo de Oeiras, futuro molhe e marina de Paço de Arcos, Bairro J. Pimenta, Jardim de Paço de Arcos, o Quartel de Paço de Arcos, a Praia de Paço de Arcos, a Praia Velha e o Forte de São João das Maias. Esta delimitação prende-se com as atuais necessidades de reabilitação urbana e enquadra-se no desígnio de reordenamento da frente ribeirinha do Concelho de Oeiras.
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Enquadramento Legal
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Situação do Processo
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ARU APROVADA
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Consulta do Processo
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http://www.cm-oeiras.pt |
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Área de Reabilitação Urbana
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Entidade Gestora
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Câmara Municipal
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Processo de Constituição
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Âmbito Temporal
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3 anos
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Aprovação da Câmara Municipal
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Comunicação ao IHRU
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2016-03-18
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Aprovação da Assembleia Municipal
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2015-09-28
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Publicação DR II Série
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Ultima atualização: 2016-06-02
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A ARU de Caxias e Laveiras, com 135ha, engloba um conjunto de áreas urbanas entre a A5 e a linha de costa podendo vir a constituir-se como unidades de intervenção operacionais os núcleos históricos urbanos, o conjunto do Paço Real de Caxias, Cartuxa, Casa de Massarelos e fortificações; Zona Habitacionais Consolidadas da Predreira Italiana, encosta poente de Caxias e Laveiras, Pedreira Italiana, os Bairros Dr. Francisco Sá Carneiro e CDH Laveiras/Caxias, Bairro do Marchante e Bairro do Reduto Sul, conjuntos a Sul da Estrada da Gibalta, alguns equipamentos e conjuntos de quintas. Esta ARU, pela sua dimensão, características de projeto e de estruturação urbana e outras características excecionais, justifica uma intervenção integrada nas infraestruturas, espaço público e edificado.
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Enquadramento Legal
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Situação do Processo
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ARU APROVADA
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Consulta do Processo
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http://www.cm-oeiras.pt |
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Área de Reabilitação Urbana
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Entidade Gestora
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Câmara Municipal
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Processo de Constituição
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Âmbito Temporal
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3 anos
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Aprovação da Câmara Municipal
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Comunicação ao IHRU
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2016-03-18
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Aprovação da Assembleia Municipal
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2015-09-28
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Publicação DR II Série
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Ultima atualização: 2016-06-07
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A ARU de Carnaxide, com cerca de 12ha, engloba 200 edifícios na maioria em razoável estado de conservação, predominando o uso habitacional, mas pontuando edifícios desocupados e muito degradados. Desenvolvendo-se em torno da Igreja de S. Romão caracteriza-se pelo casario tradicional e rústico, de 1 a 2 pisos, com pátios e respetivas dependência agrícolas e pela escala humana, decorrente das ruas estreitas e sinuosas, com múltiplas travessas e becos exclusivamente pedonais. A delimitação engloba todo o tecido urbano originário caracterizado pelo edificado tradicional e com vários edifícios de interesse arquitetónico sejam de traça simples e rural como de tipo senhorial, pertencentes a antigas quintas, essencialmente do Sec. XIX. De salientar o potencial de redução do carácter viário, pela pedonalização de arruamentos e largos, ajustando as necessidades de apropriação urbana e a necessidade de reforço das infraestruturas e enterramento das redes aéreas bem como de requalificação do mobiliário urbano.
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Enquadramento Legal
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Situação do Processo
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ARU APROVADA
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Consulta do Processo
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http://www.cm-oeiras.pt |
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Área de Reabilitação Urbana
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Entidade Gestora
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Câmara Municipal
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Processo de Constituição
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Âmbito Temporal
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3 anos
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Aprovação da Câmara Municipal
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Comunicação ao IHRU
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2016-03-18
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Aprovação da Assembleia Municipal
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2015-09-28
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Publicação DR II Série
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Ultima atualização: 2016-06-07
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» ARU DE ALGÉS E CRUZ-QUEBRADA/ DAFUNDO
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A ARU de Algés e Cruz-Quebrada/Dafundo, com 76,80ha, engloba os Núcleos Urbanos de Formação Histórica da Cruz-Quebrada, Dafundo, e de Algés de Cima e a Baixa de Algés. Pouco resta dos chalets que caracterizavam o primeiro, e no Dafundo fundem-se épocas e funções diversificadas, ‘chalets’ e ‘villas’, unidades fabris devolutas e blocos de habitação mais recentes. O núcleo de Algés de cima, com ruas estreitas e ingremes, pátios e becos preserva ainda a memória de quintas e a capela de Nossa Senhora do Cabo. A Baixa Comercial de Algés diferencia-se pela densidade de comércio e serviços, pela aplanação, regularidade da malha urbana e do edificado. Nestas áreas, associam-se os problemas da edificação e do espaço público e pontuam situações de ‘vazios urbanos’, obsolescência de usos, ou desqualificação grave que constituem oportunidades de regeneração urbana. As características excecionais desta ARU justificam uma abordagem integrada de intervenção em infraestruturas, espaço público e edificado e a especificidade de alguns conjuntos justifica a constituição de eventuais Unidades de Intervenção de pequena dimensão.
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Enquadramento Legal
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Situação do Processo
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ARU APROVADA
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Consulta do Processo
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http://www.cm-oeiras.pt |
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Área de Reabilitação Urbana
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Entidade Gestora
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Câmara Municipal
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Processo de Constituição
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Âmbito Temporal
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3 anos
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Aprovação da Câmara Municipal
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Comunicação ao IHRU
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2016-03-18
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Aprovação da Assembleia Municipal
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2015-09-28
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Publicação DR II Série
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Ultima atualização: 2016-06-07
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