
A intervenção (...) deve assentar num processo de planeamento estratégico que possa reconhecer e aprofundar os valores e as potencialidades deste território, de forma cumulativa e sinergética. Deverá garantir uma operação sustentável a vários níveis: de performance económica e financeira, de sustentabilidade física e ambiental, e de coesão social e cultural.
A “Operação Vale da Amoreira”, pretende ser uma intervenção urbana equilibrada e articulada, que pretende dinamizar a sociedade local, promover o bem-estar urbano, a qualidade de vida dos seus moradores e melhorar o sistema social e económico da Freguesia (...) Reconhecendo que o território se traduz nas “pessoas”, é necessário implementar uma operação que faça acompanhar os processos de reabilitação urbana com os processos de qualificação social, cuja tónica assenta nas oportunidades e potencialidades do território e não nas suas fragilidades e problemas.
(excerto do Diagnóstico da Operação do Vale da Amoreira – IBC)